A baixa autoestima e seus prejuízos na vida

20.06.2017

 

Relacionada à interpretação que temos de nós mesmos, sobre os recursos pessoais que possuímos, a autoestima não está ligada à percepção dos outros a respeito das nossas características, qualidades e defeitos. É uma relação individual e exclusiva entre o que somos e como nos avaliamos.

 

Quando prejudicada, com constantes avaliações negativas quanto às nossas capacidades, tal comportamento se configura em uma situação de baixa autoestima. Normalmente, tais pensamentos não são compatíveis com a realidade em si, alerta o psicólogo do Desenvolvendo Personalidade, Thiago Caltabiano. "Talvez você esteja focado só nas coisas ruins".

 

Comparando nossa percepção com um arquivo, em que guardamos documentos essenciais e outros desnecessários, ambos 'lutando' por espaço, o psicólogo do Desenvolvendo Personalidade, Pablo Cordeiro alerta. "Às vezes você guarda conceitos sobre si que são ótimos, te realçam e apresentam seu lado mais positivo. Mas também existem aqueles conceitos que são ruins e não condizem necessariamente com aquilo que de fato você é. E, como no exemplo do arquivo, talvez você passe a dar mais importância àquilo que é ruim a tal ponto que, ao invés de jogar fora, passa a não considerar os documentos e conceitos mais importantes. Se você está nessa condição talvez esteja com uma autoestima prejudicada".

 

Tal situação pode ser reflexo de diversos fatores, tanto genéticos, quanto psicológicos e sociais, indicam os profissionais. Caltabiano cita, por exemplo, a resiliência, a capacidade de passar por adversidades, como algo que pode contribuir para uma percepção negativa sobre si quando não fortalecida. "A pessoa vai sempre acreditando que não tem recursos suficientes para um trabalho, estudo ou relacionamento eficaz. Ela entra em relações e situações já com um pensamento desesperançoso. E, assim, tem dificuldades de ter relações autênticas. É um poder enorme que dá para as outras pessoas".

 

Cordeiro chama atenção, ainda, para a necessidade de encontrar um equilíbrio entre o real e o esperado, estratégia essencial para evitar frustrações. "Se você está sempre na expectativa de se tornar alguém melhor ou otimizar um aspecto pessoal e não consegue alcançar, fica no pensamento de que nunca consegue. E isso vai, cada vez mais, enfraquecendo sua autoestima. É muito ruim porque parece que o esperado é algo que está para conquistar o tempo todo, mas não está ao alcance".

 

A fragilidade da segurança pessoal também é uma inimiga da autoestima. A preocupação em ser aprovado o tempo todo inibe a confiança de viver de maneira natural.

 

Para interromper esse processo de baixa autoestima, a psicoterapia é recomendada no sentido de atuar para o desenvolvimento pessoal. "O profissional ajuda a organizar essas informações e questiona se sua insegurança e autoestima têm bases fundamentadas. Além disso, ajuda a reverter esse cenário", explica Pablo Cordeiro.

 

Texto: Raíza Dias - Jornalista da Equipe Desenvolvendo Personalidade

Fonte: “Programa Psicopapo - Qual a natureza da baixa autoestima?”, que foi ao ar no dia 06/06/2017, pela Web Rádio FJR, com apresentação dos psicólogos Pablo Cordeiro e Thiago Caltabiano

 

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