A sensibilidade e a hipersensibilidade das pessoas

24.11.2015

 

Porque algumas pessoas são tão sensíveis?

 

Que pergunta complexa! Complexa porque envolve muitas vertentes.

E para ser bem sincero; sou reticente com as respostas “raiz quadrada”, àquela que indica uma única verdade. Nas ciências exatas isso pode funcionar muito bem (e com algumas observações), mas quando se trata de compreender pessoas; as particularidades se destacam.

 

Claro que existem compreensões generalistas que colaboram com o entendimento de determinadas questões, entretanto deve-se ter cautela por uma coisa muito simples: pela subjetividade humana. Estamos falando então de duas coisas: Dos conhecimentos gerais e particulares.

 

O que podemos extrair de um destes conhecimentos gerais, é que a sensibilidade é um sentimento esperado no curso do desenvolvimento, pertence ao escopo cognitivo que assemelha os seres humanos, que na prática incentiva as pessoas a se relacionarem como pares; faz parte do curso filo-ontogenético. Tanto que existem sinais; síndromes; patologias que são identificadas também em função da inabilidade ou até incapacidade das pessoas se sensibilizarem com as outras, de sentirem empatia de não se relacionarem etc.

 

Tudo que falamos deve ser bem avaliado em um contexto cultural e subjetivo. O conhecimento particular trata da subjetividade (o jeito de cada pessoa). Cada um tem um jeito de viver as coisas, pode nos parecer muito confuso, e sabe por quê? Porque muitas das vezes avaliamos á partir de nosso ponto de vista; nossas experiências, e sem perceber fazemos assim: “Este fulano é estranho, não é igual a mim!”.

 

A subjetividade é a riqueza pessoal que ninguém pode copiar, é a forma que cada um tem de ser. A sensibilidade maior de uns têm a ver com suas histórias de vida e sua subjetividade. O que vai determinar o quanto as pessoas serão mais sensíveis para algumas coisas é sua forma de encarar determinadas coisas. Por exemplo: Diante de um problema alguns: Ficam tristes, choram, ficam arrogantes, violentas, culpa pessoas; enquanto outros: silenciam, refletem, agem como se nada estivesse acontecendo, ou tentam superar, esquecer, agir, enfrentar, enfim.

 

Como cada um se comporta diante dos sentimentos e emoções é proporcional ao histórico de vida e subjetividade. Como você é? Mais sensível? Bom, uma hipersensibilidade pode estar ligada a “desajustes” emocionais que por sua vez diz respeito a diversos fatores também.

 

É importante desenvolver tolerância! Essa é uma das maneiras de ir desenvolvendo a subjetividade, e em nosso trabalho psicoterapêutico, gosto de chamar de DESENVOLVENDO PERSONALIDADE!

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Com este trabalho queremos ajudar cada leitor a perceber que, mesmo diante das dificuldades emocionais, há possibilidades de superação!

 

Nossa proposta é; produzir materiais e conceder orientação profissional que favoreçam na compreensão de que: Buscar o desenvolvimento pessoal e o cuidado com a saúde são recursos indispensáveis!

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