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Com este trabalho queremos ajudar cada leitor a perceber que, mesmo diante das dificuldades emocionais, há possibilidades de superação!

 

Nossa proposta é; produzir materiais e conceder orientação profissional que favoreçam na compreensão de que: Buscar o desenvolvimento pessoal e o cuidado com a saúde são recursos indispensáveis!

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Relações de confiança: você confia no outro?

07.10.2015

Como é para você a palavra "confiança”? Reparou que para determinadas pessoas "confiar" é uma tarefa extremamente complicada, que remete até mesmo em sofrimento emocional?

Confiar geralmente está ligado à capacidade que você tem de delegar sentimento afetivo ao outro, remete a expectativas enviadas e acima de tudo acreditar que tudo aquilo que você depositou estará bem preservado.

 

Existem inúmeros motivos que fazem com que uma pessoa não confie na outra, desde algum trauma do passado ou até mesmo a incapacidade de nutrir expectativas perante um determinado relacionamento.

Quem não confia vive sempre em desarmonia com o outro, sempre em sofrimento emocional e com inabilidades de se adequar a situações conflitivas e penosas.

 

Afirmar que as pessoas são pouco confiáveis é oriundo de crenças nucleares que te fazem sempre responder da mesma maneira quando existi a necessidade de ter a troca de expectativas: Você acredita em mim e eu em você. Confiar esperando a decepção é minar qualquer tipo de relação antes mesmo de iniciá-la.

 

Você nunca terá garantias de nada em relações humanas, mas estará aberto ao novo se passar a acreditar que todo mundo merece confiança até que te deem um motivo para não mais confiar.

Desenvolver a confiança no outro é um trabalho secundário, em primeiro lugar é necessário perceber o lugar que você se coloca dentro das relações, voltar o seu olhar para a sua própria insegurança, afinal, só conseguimos dar aquilo que genuinamente possuímos.

 

Esse é um processo no qual a psicoterapia te auxilia. Perceber a sua relevância dentro da troca afetiva, dar e receber afeto de forma justa e honesta. Não somos todos bons, mas também não somos todos ruins, e desenvolver um padrão de expectativas saudável para ambos os lados é um dos papéis que o psicólogo exerce com você.

 

Vamos nos permitir? Confiar nessa proposta de intervenção? 

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