Sobre o site

 

 

Com este trabalho queremos ajudar cada leitor a perceber que, mesmo diante das dificuldades emocionais, há possibilidades de superação!

 

Nossa proposta é; produzir materiais e conceder orientação profissional que favoreçam na compreensão de que: Buscar o desenvolvimento pessoal e o cuidado com a saúde são recursos indispensáveis!

CRP 06/6715/J

 

Please reload

Artigos em destaque

 

 

 

Contato

 

 

Direcionaremos suas dúvidas:

 

(11) 2598-1096
(11) 97295-0305

 

E-mail: desenvolvendopersonalidade@gmail.com

 

Atendimentos realizados nas cidades de:

 

Santo André (SP) - Centro

São Paulo (SP) - Pinheiros

  • Wix Facebook page
  • Instagram Social Icon
  • YouTube Social  Icon

Amor próprio: você cultiva o seu?

27.09.2015

Parece tão incentivador quando alguém te fala: “Você tem que se amar”, “Pensar em si”, “Você tem que ser mais você”.

E na prática? Funciona? Amigos e familiares bem intencionados temos aos montes, mas mudar um contexto de falta de amor próprio não é tão simples, que se possa resolver apenas com palavras de ordem.

 

Como você nutre as relações afetivas? São igualitárias? Você recebe exatamente aquilo que dá? Ou você coloca no outro a responsabilidade de te suprir em todos os pilares afetivos da sua vida?

Cultivar o amor próprio é um aprendizado, uma rotina que remete movimentos muito mais complexos do que apenas seguir alguns conselhos de amigos bem intencionados.

 

Para o ser humano, o fator mais importante que aparece na vida é a própria vida. Dela tudo promana e para ela tudo converge. A principal força motivadora no homem é a busca que se faz para dar um sentido que possa guiar seus esforços e potencialidades, suas ações e decisões, para uma realização cada vez mais plena de si mesmo.

 

Quando o sentido da sua vida passa a ser uma pessoa “elegida” por você, toda a força e afeto que primordialmente deveria ser seu passam a ser do outro. Consequentemente essa pessoa passa a ter a obrigação de te fazer feliz, poupando você de assumir as consequências de investir em si mesmo antes de investir no outro.

 

Fica mais compreensível perceber que fatalmente esse tipo de relação trará sofrimento. Delegar ao outro o total preenchimento afetivo do seu ser é mais confortável do que tentar resgatar as suas potencialidades de amor próprio.  Quantas vezes vimos um término de relação onde a pessoa simplesmente não consegue se perceber como individuo sem aquele sentido de vida que era aquela pessoa que o deixou?

 

“Minha vida não tem mais sentido sem fulano”. Já ouviu isso não é mesmo?

A psicoterapia pode te auxiliar na compreensão da razão que te faz agir dessa forma, te auxiliando nas potencialidades de autoconhecimento e também amor próprio.

Se conhecer, tocar a suas fragilidades, construir novas maneiras de lidar com diferentes inabilidades, esse é o papel do psicólogo dentro do processo psicoterápico.

Promover relações mais fiéis a você mesmo, esse é um dos pilares da autenticidade e da construção do chamado “amor próprio”.

 

 

Vamos refletir!

Please reload