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Com este trabalho queremos ajudar cada leitor a perceber que, mesmo diante das dificuldades emocionais, há possibilidades de superação!

 

Nossa proposta é; produzir materiais e conceder orientação profissional que favoreçam na compreensão de que: Buscar o desenvolvimento pessoal e o cuidado com a saúde são recursos indispensáveis!

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Violência psicológica, você já passou por alguma?

14.07.2015

 

Muito se fala da violência física, da agressão visível, das intervenções e penalizações perante o chamado "dolo direto".

É muito mais simples e extremamente mais compreensível para o senso comum lidar com a agressão física, os hematomas estão ali, visíveis para constatar e reforçar o resultado de uma violência.

 

Poucos sabem, ou poucos procuram saber sobre a violência psicológica, aquela que não se cura com esparadrapos e pomadas.

Geralmente ambas as violências caminham juntas e uma acaba sendo consequência da outra. 

 

A agressão, humilhação e depreciação são formas e praticas da violência psicológica.

Essa forma de agredir deixa o agredido desestruturado em suas possibilidades de manejo da crise, já que não se fala sobre isso, não é comum se explanar sobre essa questão. Esse tipo de violência ainda é muito pouco divulgado e tratado com pouco crédito e empenho da sociedade como um todo.

 

Mas vamos pensar que o resultado invariavelmente pode se transformar em um trauma psicológico, prejudicando a relação que essa pessoa desenvolverá junto ao meio, colocando-a sempre de frente com o receio de ser agredida novamente. 

 

Todos ao redor acabam sendo pouco confiáveis e passíveis de serem rejeitados, já que a crença principal é de que o meio pode ser extremamente aversivo e passível de lhe fazer mal. A rejeição passa a ser uma forma de defesa e blindagem contra o meio.

 

Se você é o agredido, pense nas possibilidades de procurar ajuda profissional, nenhum sofrimento é eterno e nada é imutável perante um ambiente hostil. O agressor dificilmente irá mudar se ele não estiver disposto a isso, a mudança tem que vir de você.

 

Se você é o agressor, reflita em outras maneiras de conseguir se aproximar daquele que você agride, as formas de se colocar aquilo que se quer e aquilo que se dá em uma relação podem ser fundamentais para um convívio pacífico. O diálogo sempre é uma ótima opção. 

A psicoterapia pode agregar novas possibilidades para o aprendizado de uma nova conjectura relacional, auxiliando na compreensão e natureza do conflito.

 

Esteja aberto para a mudança!

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