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Com este trabalho queremos ajudar cada leitor a perceber que, mesmo diante das dificuldades emocionais, há possibilidades de superação!

 

Nossa proposta é; produzir materiais e conceder orientação profissional que favoreçam na compreensão de que: Buscar o desenvolvimento pessoal e o cuidado com a saúde são recursos indispensáveis!

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Sobre a convivência, o casamento e a entrega

23.12.2016

 

Conviver significa VIVER COM ALGUÉM. Bom isso é óbvio não é, contudo conviver com alguém implica desenvolver reciprocidade.

 

Reciprocidade é doar a vida mutualmente, é se preocupar com o seu e o bem estar do outro, é se entregar e receber as dádivas de um relacionamento e da vida. Ao menos é isso que todos esperam quando entram em um relacionamento, seja este um namoro, casamento e até mesmo uma amizade. Tanto que já ouvimos muitas palavras de insatisfação quando isso é rompido: “Trairagem, mancada, falta de companheirismo, falta de respeito, falta de consideração etc”.

 

E claro que em cada relacionamento existe um tipo de entrega, digo isto levando em conta o contexto social e temporal. Por exemplo, a permanência com uma pessoa depende às vezes do tempo que cada uma delas passa no trabalho, nos estudos, também de recursos financeiros, da distância etc. A convivência poderá ser determinante no movimento de entrega em um relacionamento, pois permitirá o exercício da reciprocidade.

 

Emocionalmente passamos a inclinar nossos sentimentos para algumas pessoas, em função da afinidade e propósitos. Quando queremos estar com alguém, os contextos que comentei acima passam a ser quase que secundários, pois serão facilmente ultrapassados pelo investimento afetivo.

 

Agora, não é justo quando estes relacionamentos ficam desiguais, quando se entrega mais que o outro e se passa a receber menos, quando o outro deixa de viver sua própria vida para realizar os desejos alheios, quando uma das partes se coloca apenas na posição de receptor de atenção e cuidados; sem se preocupar com a entrega e a reciprocidade, ou ainda quando se instala uma dependência relacional que esgotam as energias.  

 

É preciso pensar bem em qual tipo de entrega que cada um está disposto dentro de um relacionamento. Não adianta deixar de se importar com isso, ou então sair desfazendo relacionamentos, tem que se buscar pelo primor da maturidade pessoal.  

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