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O declínio da vida interior - o enfraquecimento de si

02.07.2015

O que está acontecendo comigo? Porque estou assim? São algumas das perguntas que surgem quando passamos por um “declínio da vida interior”.  

É verdade que todos almejam estar bem interiormente, estar resolvidos com os diversos assuntos que permeiam a vida. Mas é claro que se pudéssemos escolher não passaríamos por tantas coisas, que acabam roubando a nossa tranquilidade e estabilidade.

 

Sim! Estabilidade é um estado interior bem requerido. Tanto que não gostamos nem um pouco de estar mal, e aprendemos a fingir muito bem a “normalidade”, afinal necessitar resolver assuntos interiores pode parecer um tanto quanto inadequado para a vida contemporânea, às vezes mecanicista e focada na extrema produtividade capitalista. Não é apenas uma crítica ao sistema produtivo, é uma observação a respeito do modelo de vida que conduz ao declínio, e substituição da subjetividade (as coisas que dizem respeito a nós mesmos).

 

Algumas vezes passamos a viver um estilo de vida que privilegia o modelo que falamos e desta forma, sem perceber, nos ocupamos com conteúdos, formas, estruturas, valores etc., que não são necessariamente nossos, mas pertencem a estes modelos. Eles são importantes, mas não devem nos ocupar de maneira exclusiva!

 

Sem perceber podemos “se parecer mais” com tudo isso, e “esquecer” quem somos, do que gostamos, preferimos, do que nos diverte e nos aborrece; o que nos faz ser mais satisfeitos. É aquela pessoa que só fala da empresa que trabalha, das coisas que compra, que vai fingindo ou preferindo falar de tudo, e quase não mais pensa sobre suas próprias coisas (e em si mesma).

 

Quando isso ocorre, há um declínio de nossa vida interior e um enfraquecimento de nós mesmos. As perguntas que estão no início deste artigo são uma tentativa de reencontro com aquilo que nos sustenta verdadeiramente: o conhecimento do que se é, do que se gosta.

 

É mais provável que a estabilidade e realização sejam encontradas quando se explora os valores interiores, do que no artifício das falácias que se transformam em esconderijos.     

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