A dificuldade de lidar com a morte


A morte é a única certeza da vida, cada vez que se perde alguém, se perde tudo aquilo que essa pessoa poderia te oferecer, fazer ou ser na própria vida e principalmente na vida daqueles que tinham afeto pela aquela pessoa. Lidar com perdas nunca foi a maior das facilidades humanas, sempre me pergunto o porquê daquele ditado famoso "Morreu virou santo". Porque será que somos tendenciosos a supervalorizar as qualidades quando elas não mais estarão aqui para serem vividas?

Cito a morte, mas me refiro também a todo tipo de perda, o ser humano em via de regra, não consegue trabalhar muito bem a ideia e conceito de perda e finitude. Separações conjugais, perda de emprego... parece tudo muito definitivo.

Em psicologia costumo dizer que o luto para ser vencido precisa acima de tudo ser VIVIDO, SOFRIDO E SUPERADO, acredito que postergar o luto e a dor da perda (de qualquer natureza), irá apenas prolongar o sofrimento (“A de eterno”).

Vamos pensar que perceber as perdas como processo natural da existência humana é uma forma fidedigna de lidar com o manejo da dor da perda, não se matura aquilo que se nega, não se ressignifica aquilo que não se pensa e não se fala.

Se o seu "luto" nunca se transforma numa saudade e persiste em se manter como uma ferida jorrando melancolia, reflita na possibilidade de procurar auxilio profissional. O psicólogo esta preparado para aceitar, acolher e trabalhar toda a sua dor, independente do motivo, tamanho ou consequência.

Vamos refletir?

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