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Com este trabalho queremos ajudar cada leitor a perceber que, mesmo diante das dificuldades emocionais, há possibilidades de superação!

 

Nossa proposta é; produzir materiais e conceder orientação profissional que favoreçam na compreensão de que: Buscar o desenvolvimento pessoal e o cuidado com a saúde são recursos indispensáveis!

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“O que entendemos sobre nós mesmos?"

19.06.2015

 

 

Todos nós entendemos um pouco de psicologia, a usamos no nosso cotidiano, por isso fico cogitando; será que esse “entendimento” nos leva a pensar que já sabemos o suficiente sobre a psicoterapia?

 

A psicologia que discorremos no dia-dia provavelmente parte do senso comum, o que não deixa de ser um conhecimento importante, porém não é um estudo cientifico, pois este possui outros tipos de embasamentos. Pense só, se estamos com uma dor no estômago logo pensamos em tomar um chá de boldo, sem saber quais componentes existem na planta ou como age em nosso organismo, esse é o conhecimento adquirido nas gerações em nossa família e/ou no convívio em sociedade (e isto é sim importante).

 

Entretanto a psicologia cientifica estuda sistematicamente (com regras, e métodos), processos que permitem entender como somos; agimos e reagimos às situações diversas e adversas do dia a dia.  

Algumas vezes pode até incomodar a descoberta de que precisamos de ajuda para entender o que sentimos, para resolver um problema familiar, no trabalho, na escola, etc., pois esses problemas são muito íntimos. Mas sabe o que há de engraçado em toda essa “intimidade individualizada?" É que não sabemos como tais problemas vão nos fazer reagir com o passar do tempo, quais tipos de ideias passarão em nossa cabeça, ou como o corpo reagirá, ex.: tendo enxaquecas, dores estomacais, ansiedade, depressão etc., sintomas psicogênicos (com origens emocionais).  

 

Olha, é aí que entra a psicoterapia! Para ajudar a reorganizar esses sentimentos e sintomas psicossomáticos, é importante saber que não temos um “poder sobrenatural de nós mesmos” ou que resolveremos tudo sozinhos. O fato é que nenhum conhecimento adquirido pode estabelecer regras absolutas, o necessário é “sair e se redescobrir feliz”.

 

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